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Infra-estruturas para Águas Residuais  

As águas residuais são, geralmente, definidas como águas que foram utilizadas e ficaram contaminadas como consequência de influências antropogénicas. Podem ser constituídas por (uma combinação de) resíduos líquidos provenientes de:

  • Residências domésticas;
  • Empreendimentos comerciais e indústriais; e/ou
  • Agricultura.

Águas residuais podem também incluir uma grande variedade de contaminantes potenciais e concentrações.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), saneamento refere-se à disponibilização de instalações e serviços para a eliminação segura de urinas e fezes humanas. Um saneamento deficiente causa doenças e o melhoramento do saneamento tem um impacto benéfico significativo sobre a saúde das famílias e das comunidades em geral. A OMS e a UNICEF criaram um sistema de definições para monitorização dos serviços de saneamento (ver a secção sobre Saneamento e Higiene).

Construção de instalações sanitárias melhoradas na Província de Kunene.
Fonte: Tump 2006
( clique para ampliar )

As infra-estruturas para águas residuais, por tanto, podem contribuir para um Saneamento Melhorado. Contudo, são necessárias obras públicas, tubagens e instalações para a recolha, transporte e tratamento das águas residuais de uma comunidade antes das águas residuais serem devolvidas ao ambiente. Para que as infra-estruturas destinadas às águas residuais sejam economicamente viáveis é necessário haver uma densidade populacional mínima e, para uma operação correcta, os agregados familiares individuais precisam de ter acesso a um abastecimento fiável de água.

Portanto, as infra-estruturas para as águas residuais são principalmente adequadas para as vilas e as cidades. A maior parte da bacia do Kunene tem uma baixa densidade populacional (ver a secção sobre os Aspectos Sócio-Económicos da Bacia). Nas zonas de menos densidade populacional, os sistemas de saneamento básico, tais como latrinas secas com ventilação ou fossas sépticas, podem contribuir para um saneamento melhorado e, geralmente, são mais apropriadas financeiramente e viáveis do ponto de vista funcional. Duas cidades na bacia (o Huambo e Lubango) têm redes de esgotos rudimentares para a recolha de águas residuais mas já são velhas e encontram-se num estado geral de degradação, não estão ligadas a nenhum sistema de tratamento e apenas servem uma pequena percentagem da população urbana. As latrinas e as fossas sépticas são a forma de saneamento dominante mesmo nas zonas urbanas.

 

 



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