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Infra-estruturas para Águas Residuais na Namíbia  

As estimativas para a Namíbia em 2008, conforme consta no Programa Conjunto de Monitorização da OMS/UNICEF para o Abastecimento de Água e Saneamento (JMP), sugerem que 73 % da população rural não tem saneamento e defeca ao ar livre, 6 % tem acesso a saneamento não melhorado, 4 % usa sanitas partilhadas e 17 % tem acesso a saneamento melhorado (WHO e UNICEF 2010). Não se sabe qual é a percentagem da população com acesso a uma infra-estrutura centralizada de águas residuais.

A bacia do rio Kunene na Namíbia é uma zona remota, com pouca densidade populacional e, principalmente, rural. Não há infra-estruturas de águas residuais no que toca a redes de esgotos e estações de tratamento de águas residuais, embora a Estratégia Nacional de Saneamento para 2010-2015 preveja a construção de uma rede de esgotos em Okangwati até 2015 (GoN 2009a).

As estatísticas publicadas no Demographic and Health Survey (Inquérito à Demografia e Saúde) para 2006-2007 estimam que mais de 80 % da população da Região de Kunene não tem acesso a Saneamento Melhorado e que cerca de 60 % das fezes das crianças não são eliminadas correctamente (GoN 2009b). Para atingir o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio referente ao acesso ao saneamento na Província de Kunene (reduzindo, assim, para metade a percentagem da população sem saneamento em 1990 até 2015) é necessário construir 1 000 casas de banho por ano entre 2009 e 2010.

Um acesso deficiente a saneamento e uma higiene deficiente resultam em problemas de saúde pública o que se verificou nos últimos anos, especialmente em 2006, com a ocorrência de surtos de cólera. Ver Doenças Relacionadas com a Água e o Saneamento.

 

 



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